
Depois de ser o primeiro líder do rali e de ter perdido essa posição apenas durante quatro troços para Mads Ostberg, Sébastien Ogier confirmou no final da 1ª Etapa por que é que é considerado o grande favorito à vitória no Rali do México.
Após perder algum tempo nas primeiras passagens por ser o segundo na estrada, logo que apanhou os troços mais limpos, Ogier não poupou os adversários e saltou mesmo para a frente da prova, aproveitando o facto do Citroën DS3 WRC de Ostberg não ter estado tão à vontade na segunda passagem pelo troço de El Chocolate (o maior da etapa) depois de evidenciar alguma tendência sobreviradora. Isso faz com que o piloto da Citroën perdesse a liderança mas também ajudasse a que o DS3 terminasse o dia a 26,1s do Polo R do francês.
Na luta pela terceira posição, Mikko Hirvonen chegou a ser, até à oitava classificativa, o principal candidato a ocupar o último lugar do pódio, dando à M-Sport/Ford, a possibilidade de ser a terceira marca diferente nos três primeiros lugares, mas o abandono, com problemas elétricos, seguida da desistência de Kris Meeke (acidente com danos na suspensão do DS3), abriu as portas para que Jari-Matti Latvala ascendesse ao pódio provisório e a VW colocasse dois carros nos três primeiros lugares.
A subir de forma e com uma prova bastante consistente, beneficiando também é certo das desistências de Hirvonen e Meeke, esteve Robert Kubica que ascendeu à quarta posição na antepenúltima especial. Mas o polaco capotou na penúltima Super Especial e já não fez a última, comprometendo um dia que lhe tinha corrido de feição. Com este percalço, é Elfyn Evans quem termina o dia em quarto, naquela que é uma excelente posição para quem se estreia na prova.
Atrás de si, Thierry Neuville finaliza a etapa como o melhor Hyundai i20 WRC mas apenas no sétimo lugar, com Martin Prokop e Benito Guerra imediatamente à sua frente.
Amanhã decorre a segunda etapa com mais provas especiais, duas das quais com 53,69 km!
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